IV

ato IV: intriga da mente

O maior perigo do homem, é ele mesmo, no caso, sua mente, controlando uma pequena parte dela, ela e trapaceira, mentirosa, tão mortal quanto os sentimentos que ela controla, ela nós muda, mas não nós refaz.
Minha verdade.
Minha arma.
Minha ilusão.

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