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prólogo do ponto 0

O inicio de tudo se faz de um recomeço de algo, em meados do ano 1000 D.C, parecia se algo normal em sentido de razão a sua sensibilidade, o homem feito seu maior pecado sendo acusado de algo mais pior que a traição, onde nem o inferno poderia julgar o pecador. Números começam de onde? Eles sem de uma visão de origem jamais conhecidas, onde os povos antigos diziam que foram criados por razoes óbvias, é o que seriam essas razoes de conhecimento? Muitas pessoas tentam exemplificar como tudo se começou. Uma visão generalizada sendo apontada de forma obscura para os mais que enxergam, ao ponto deles mesmos não saberem quem são, de forma que a visão o afeta causando más condutas, seria uma má conduta ou seria errado na tua visão, os humanos sempre tiveram algo superior a eles, que se denomina “Deus”, um ser onipotente é onipresente, ninguém vivo nunca ó viu, a não ser por relados do livro de chamado “bíblia”, o inicio de tudo seria a partir  de algo maior que pensamentos irracionais, ne...

IV

ato IV: intriga da mente O maior perigo do homem, é ele mesmo, no caso, sua mente, controlando uma pequena parte dela, ela e trapaceira, mentirosa, tão mortal quanto os sentimentos que ela controla, ela nós muda, mas não nós refaz. Minha verdade. Minha arma. Minha ilusão.

Rainha

Ela é magnífica. Ela é falsa. Ela é egoísta Ela é bonita. Ela e musa. Ela sempre certa. Querendo o errado. Procurando um pecado. Ela há ama. Ela te odeia.

III

Ato III: desânimo O terceiro ato pode ser mortal, com palavras e gestos, ele pode arruinar uma vida inteira pela frente, e um dos que mais deveriam ser temidos, passado como a "depressão" te mata lentamente, mas de força tão horrível, que quando estiver nela, estará se perdendo aos poucos. Meus pecados. Meus erros.

II

Ato II: vergonha Até que ponto ela nos paras, em todo lugar ela nós piora, sempre nós momentos mais perigosos, e importantes, ao se juntar com o medo, estão quase unidos, é como c fossem necessários para nossa evolução. Mas espere, eles vão voltar. Minha vida. Minha realidade. Nós trancendemos.

I

Ato I: medo O começo sempre prende a nós, como se não tivesse escapatória, mais que um sentimento, mais do que momentos arruinados por ele, deveríamos tirar, mas ele não deixa, não importa como, ele sempre voltará. Minha vida. Minha visão. Minha realidade. Minha morte.

Alguém

Alguém teme. Alguém sente. Alguém morre. Alguém ama. Alguém pensa. Alguém escreve Poemas sem razão. Apenas um coração. E uma arma na mão.